
E como sempre nossas belas (e insanas) donas de casa fazem com que as nossas vidas pareçam simples e maravilhosas.
Começamos esse episódio com maiores detalhes sobre a relação entre Felicia e sua filha Beth. A obsessão em fazer Paul Young pagar pelo seus crimes leva Tilman a incentivar a própria filha a usar seu corpo para arrancar toda informação possível do "genro", afinal segunda a própria "homens ficam idiotas quando transam". Beth, por sua vez, parece cada vez mais envolvida no seu falso casamento, se é que a esse ponto do jogo podemos dizer ser realmente falso. É interessante ver como a loirinha fica dividida entre a mãe, uma mulher amargurada e vingativa, e o marido, um homem tão vingativo e amargurado quanto, mas muito mais perigoso. No fim das contas, Beth parece se convencer de que a mãe talvez esteja errada, mas até quando esse momento de dúvida irá, afinal, Paul também já mentiu e escondeu várias coisas da sua querida esposa.
No feriado feito para agradecer pela família e amigos que temos, Gabrielle recebeu, de uma maneira um tanto quanto peculiar, uma oportunidade de ter suas duas filhas, Grace e Juanita, só para ela. A questão é se Gabi realmente é capaz de tudo, inclusive, acredito eu, ir contra Carlos, para ficar com a filha biológica. É incrível ver como a personagem de Eva Longoria evoluiu de uma dona de casa fútil e entendiada para uma mãe que se emociona com cada gesto da sua filha perdida. Acho que Gabi Solis é a personagem que mais amadureceu com o passar dos anos, mas sem perder é claro o jeito mimado e arrogante que faz com que ela seja a Gabi que todos conhecemos e amamos.
Lynette e Susan não conseguem entrar em acordo sobre como é a melhor maneira de se lidar com um bebê chorando, até que Susan pede demissão do seu posto de babá Scavo e acaba confessando que não aguenta mais lágrimas de onde quer que elas venham, fazendo com que sua amiga permita que ela cuide da baby Scavo da maneira que julga melhor. Lynette, como sempre, é a mais sensível das nossas donas de casa.
Enquanto Lynette consola Susan, Tom e Renne tem um momento um tanto quanto sugestivo quando, após ver a amiga de sua mulher só de toalha, o loiro bobão relembra da noite em que passaram juntos e a poderosa diva maravilhosa Willie, digo, Renee confessa que Lynette soube escolher homens bem melhor do que ela. Cuidado, Tom, Renee é uma tentação e tanto.
E por último, como eu tenho adorado a plot da Bree nessa temporada, a participação de Brian Austin Green, o eterno David de Barrados no Baile, fez com que a ruiva voltasse a vida, cada vez mais energética e apaixonante. Os dois pombinhos tinham planejado um jantar a dois, no qual, somos levados a acreditar, o bonitão pediria a mão da nossa neurótica preferida em casamento, mas como nada é perfeito em Wisteria Lane, a mãe de Keith aparece para se desculpar com Bree pelo seu eu bêbado e babaca, e também, para se auto convidar para a celebração, ou será que alguém realmente acredita que ela não estava ali para pescar um convite? As coisas não saem nada como o planejado, Mrs McCluskey, a velinha mais legal do mundo das séries, e Roy, seu fiel companheiro, aparecem inesperadamente, já que no ano anterior Bree os havia convidado para jantar. Além disso, os pais de Keith começam a discutir durante a ceia, as coisas já não andavam bem, e acabam decidindo se divorciar no meio da noite! Keith fica balançado, mas acaba recuperando a fé no matrimônio depois de um discurso inspirado de Bree. Agora, me pergunto, sou só eu ou o pai de Keith/Mr Kent está arrastando uma asinha pro lado da ruiva?
A série já não é mais a mesma, o humor negro e as tramas surpreendentes passaram um tanto longe desse episódio, mas foi um bom episódio que preparou cama para acontecimentos que podem sacudir e tanto o mundo suburbano dessas mulheres tão extraordinárias.
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